Miopatia esteroidea aguda

4 690 Carolina Reck et al. Análise dos achados histopatológicos na infecção experimental de frangos de corte com MS (8x10 5 CFU - cepa MS-H) e ARV ( DICT50/0, 05 ml- cepa s1133). (a,b) Pericárdio com severo in iltrado in lamatório hetero ílico e presença de células mononuclear. (c,d) Pulmão com intenso in iltrado in lamatório mononuclear difuso e presença de células gigantes (seta). (e,f) Cápsula articular com intenso in iltrado linfo-histiocitário difuso e presença de heteró ilos. Cortes 5μm, coloração HE, , iguras superiores e 40x, iguras inferiores. difuso na mucosa da traquéia é compatível com o quadro patológico causado pela infecção por MS (Kleven 1997, Lockaby et. al. 1998). Neste experimento, pode ser con irmado pela detecção do MS na traquéia e pulmões através da PCR () e RIFI, corroborando com (Morrow et al. 1990, Lockaby et al. 1998, Sentíes-Cué et al. 2005). Apesar do ARV não ter sido detectado nestes tecidos, não exclui sua atividade em uma fase inicial da infecção, que poderia de alguma forma contribuir para o agravamento das lesões causadas pelo MS (Rosenberger & Olson 1997). A presença de in iltrado in lamatório mononuclear no proventrículo, caracterizando um quadro de proventriculite, possivelmente está associado à via de inoculação (via oral) do ARV (Rosenberger & Olson 1997, Lenz et al. 1998). In iltrado linfohistiocitário intenso principalmente no espaço porta e presença de heteró ilos foi observado no ígado, além de pontos de necrose hepática focal em 43,75% (7/16) dos frangos. Possivelmente estas lesões estão associadas à replicação do ARV que atinge o ígado, replica-se nos hepatócitos, provocando degeneração vacuolar e necrose (Jones et al. 1989, Ni & Kemp 1995, Vasconcelos et al. 2001b). Os resultados da RIFI e PCR (Fig. 2b) con irmam . Detecção através da PCR de MS e ARV nos diferentes órgão/tecidos na infecção experimental mista de frangos de corte. (a) Ampli- icação 207pb do gene 16S rrna do MS: M1 e M2 = amostras clínicas positivas para MS. (b) Ampli icação 532pb do gene S1 do ARV: A1, A2 = amostras clínicas positivas para ARV; Mm = marcador de massa molecular 100pb; Cp = Controle positivo. Cn = Controle negativo. Gel de agarose a 1,5% corado com brometo de etídio.

Uso prolongado. Tolerancia a los benzodiazepínicos tras uno o dos meses de tratamiento. Rebote del insomnio en caso de supresió n brusca, en caso del zolpidem no hay un rebote sino una reaparición gradual. Síndrome de abstinencia al retirar bruscamente el fármaco y aparecerán nuevos síntomas, hay diversos patrones de dependencia según el abuso y si es de dosis terapéutica, de dosis por encima de la terapéutica, tras la sustitución de un hipnotico de semivida prolongada por uno de semivida breve, utilización simultánea de más de un fármaco, administración de un antagonista benzodiazepinas como el flumazenilo. El cuadro pareces al día siguiente en casos de semivida breve o intermedia y con una latencia de 3 a 8 días en casos de semivida prolongada.

Miopatia esteroidea aguda

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